Advocacia Trabalhista · Especialista em Bancários

O banco cobrou sua saúde mental. Agora é hora de cobrar de volta.

Se você trabalha ou trabalhou em banco e foi diagnosticado com Síndrome de Burnout, a lei pode estar do seu lado. Descubra gratuitamente se você tem direito a estabilidade, benefícios do INSS e indenização.

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Caso real · TRT-2 · 2026
R$ 50 mil + pensão vitalícia

Foi o valor que a Justiça determinou que o Itaú pagasse a uma bancária após reconhecer o Burnout como doença ocupacional.

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região — ver todos os casos
84%
dos bancários brasileiros apresentam sintomas de burnout
Entenda a doença

Burnout não é "cansaço". É doença ocupacional reconhecida pela OMS.

Desde 2022, a Organização Mundial da Saúde inclui a Síndrome de Burnout (código QD85) na CID-11 como um fenômeno ligado diretamente ao ambiente de trabalho — resultado de estresse crônico que não foi gerenciado com sucesso. Não é frescura, não é falta de resiliência: é o corpo e a mente respondendo a uma rotina insustentável.

Exaustão emocional

Sensação de esgotamento extremo, físico e mental, que não melhora nem depois de descansar ou tirar férias.

Distanciamento e cinismo

Frieza, negativismo ou irritação constante com o trabalho, colegas e até clientes — algo que antes não existia.

Queda de realização

Sensação de incompetência e queda real de produtividade, mesmo se esforçando mais do que nunca para dar conta.

Por que isso importa juridicamente: quando o burnout tem nexo comprovado com a rotina de trabalho no banco, a lei brasileira (Lei nº 8.213/91, art. 20, II) permite equipará-lo a uma doença ocupacional — abrindo caminho para estabilidade, benefícios do INSS e indenização.

Os números não mentem

A categoria bancária é uma das mais afetadas por burnout no mundo

Se você acha que só você está sentindo isso, os dados dizem o contrário.

84%
dos bancários brasileiros apresentam sintomas de Síndrome de Burnout
24%
de todos os afastamentos por doença mental no Brasil são de bancários — que são só 1% da força de trabalho formal
+500%
foi o crescimento nos afastamentos por saúde mental na categoria entre 2020 e 2025
R$3,63bi
é o passivo estimado das empresas em ações judiciais envolvendo burnout apenas em 2025
Fontes: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e Contraf-CUT (2025) · Audiência pública no Senado Federal sobre metas abusivas e saúde mental de bancários (2023), com dados do Ministério da Saúde · Levantamentos setoriais sobre afastamentos por saúde mental (2020–2025).
Por que bancários adoecem mais

O motivo não é você. É a rotina que o banco impõe.

Metas abusivas

Cobranças de resultado atreladas à comissão, muitas vezes fora da realidade da agência ou da região.

Jornadas exaustivas

Sobrecarga por corte de pessoal, acúmulo de funções e horas a mais não compensadas.

Medo de assaltos

Insegurança constante, sobretudo em agências e postos com histórico de assaltos e sequestros.

Assédio moral e sexual

Pressão humilhante de superiores e, no caso das mulheres, também assédio sexual — fator agravante recorrente.

Cobrança agressiva

Rotina de cobrança de clientes inadimplentes, muitas vezes sem suporte adequado do banco.

Pressão tecnológica

Adaptação constante a novos sistemas e metas digitais, sem redução proporcional de outras demandas.

Autoavaliação

Você reconhece esses sinais em você?

Marque mentalmente quantos desses sintomas você sente com frequência.

🧠 Emocionais

  • Exaustão extrema mesmo depois de dormir bem
  • Ansiedade ou crises de choro sem motivo aparente
  • Irritabilidade e cinismo com colegas ou clientes
  • Sensação de fracasso mesmo batendo metas

🩺 Físicos

  • Insônia ou sono que não recupera a energia
  • Dores de cabeça e no corpo frequentes
  • Pressão alta ou palpitações
  • Queda de imunidade e infecções recorrentes

Se identificou com 3 ou mais desses sinais?

Isso pode ser mais do que estresse passageiro — e a lei pode te proteger. Fale agora com um advogado especialista em bancários, sem custo para conversar.

Quero falar com um especialista
O que diz a lei

Direitos que bancários com Burnout podem ter

Cada situação é diferente, mas estes são os principais direitos previstos na legislação trabalhista e previdenciária brasileira.

01

Reconhecimento como doença ocupacional

Com base na Lei 8.213/91 (art. 20, II) e na classificação da síndrome na CID-11 (QD85).

02

Benefício B91 do INSS

Auxílio-doença acidentário, sem cumprimento de carência quando reconhecido o nexo com o trabalho.

03

Estabilidade de 12 meses

Garantida por lei ao retornar do afastamento (art. 118, Lei 8.213/91).

04

FGTS mantido

O empregador segue depositando o FGTS durante todo o período de afastamento.

05

Indenização por danos morais

Quando comprovado o nexo entre a rotina do banco e o adoecimento.

06

Ressarcimento de tratamento

Gastos com psicoterapia, psiquiatria e medicamentos relacionados ao burnout.

07

Pensão vitalícia em casos graves

Como no caso Itaú, quando há redução permanente da capacidade de trabalho.

08

Rescisão indireta

Em casos de assédio ou negligência grave do empregador, é possível romper o contrato com todos os direitos.

A Justiça já reconheceu

Bancários que já tiveram esse direito reconhecido

Casos reais, noticiados pela imprensa e por tribunais regionais do trabalho.

TRT-2 · São Paulo

Justiça reconhece burnout como doença ocupacional e condena Itaú a indenizar trabalhadora

Gerente com quase 20 anos de banco desenvolveu burnout após metas abusivas, jornadas prolongadas e assédio moral.

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TST · 4ª Turma

TST mantém indenização de R$ 475 mil a bancário aposentado por invalidez aos 31 anos

Perseguido pelo superior hierárquico com humilhações e ameaças constantes, ele desenvolveu burnout e ficou incapacitado para o trabalho.

R$ 475 mil
TST · 2017 Ler mais →
TST · 6ª Turma

TST garante pensão vitalícia integral a bancária com burnout e LER/DORT

Tribunal considerou a trabalhadora totalmente incapacitada e determinou pensão com base no seu último salário integral.

Pensão vitalícia integral
TST · 2022 Ler mais →
TST · 2ª Turma

TST confirma indenização a ex-gerente por síndrome do esgotamento profissional

Após 26 anos de banco e metas cada vez maiores, a gerente teve o nexo entre o burnout e o trabalho confirmado por perícia.

R$ 60 mil
TST · 2015 Ler mais →
TRT-3 · Minas Gerais

Bancária com burnout recebe indenização por danos morais em Belo Horizonte

Caso teve origem em quadro de depressão profunda associado à síndrome de esgotamento profissional.

R$ 30 mil
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Como funciona

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01

Você entra em contato

Pelo WhatsApp ou pelo formulário abaixo, sem nenhum custo.

02

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Analisamos seu histórico no banco, diagnóstico e situação atual.

03

Estratégia jurídica

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04

Ação e acompanhamento

Você acompanha cada etapa, sem precisar entender de direito.

Dúvidas frequentes

Perguntas que todo bancário faz antes de procurar um advogado

Não necessariamente. É possível buscar reconhecimento e reparação mesmo trabalhando ainda no banco, dependendo do seu caso. O ideal é conversar para entender o melhor caminho para a sua situação.

Em muitos casos sim, dentro do prazo previsto em lei para ações trabalhistas. Quanto antes você conversar com um advogado, maiores as chances de reunir provas e não perder prazos importantes.

Ajuda muito, mas não é obrigatório para a primeira conversa. Se você ainda não tem diagnóstico formal, também podemos orientar sobre os próximos passos.

A avaliação inicial do seu caso é gratuita. Nos casos aceitos, os honorários são tratados de forma transparente antes de qualquer ação — sem custo inicial para você.

Sim. O sigilo profissional é garantido pelo Estatuto da Advocacia (OAB), e suas informações são tratadas com total confidencialidade.

A legislação prevê proteções específicas para trabalhadores afastados por doença ocupacional, incluindo estabilidade no retorno. Podemos te orientar sobre como isso se aplica ao seu caso.

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